Cidadania, ética e valores morais



Cidadania, ética e valores morais
Espiritualidade.

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do novo paradigma Civilizacional para este terceiro milênio, na SOMA, AMOR+Luz.

Beijos de Luz no seu Coração e na Alma.

Paz Profunda.

Levy


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

INDAGAÇÕES SOBRE O VERSO



A Utilidade do Verso

Um diálogo simples pode tornar-se uma pérola valiosa na Literatura
e os vexames recriados e as torturas desencadeadas também...
Quem dará conta de si na euforia da criação?
Ou morrerão as idéias como tudo que já tornou passado?
Buscaremos o salvador, o ídolo, o mito, o herói, o santo?
Saltam as marcas encravadas pelo sol de cada dia.
Os olhos ardem e choram, vencidos, diante do abismo,
mas há uma calma lógica que a respiração molda.
Tudo é visão inevitável
repleta de sensores que comunicam o espírito,
como charretes que carregam orgulho e felicidade,
como um sorriso sincero,
e as brincadeiras que escondem pequenas malícias...
Por aqui há reflexos das guerras
e dos poderes que coexistem em outros poderes.
Façanha que arranha a convivência dos dias,
inércia de classes diante dos indivíduos perdulários
que esqueceram os óbitos...
néscios, rêmoras, sanguessugas, inquilinos da maldade
em aparente bondade global!
Eles, estes, destes, daqueles, deles... a culpa infinda dos homens!
Perdoar? Esquecer as leis, as normas?
Fazer da poesia a ponte
onde há fonte de múltiplos versos,
que indagam pontos de vista,
à vista dos vocábulos até hoje proferidos...

Há uma falta de tempo para meditar sobre os enterros diários,
e uma tristeza explícita causada por bélicas intrigas e mega-interesses,
em nome de deuses, em nome dos tráficos influentes, em nome do terror,
sem nomes, por coisas fúteis, acidentes, catástrofes...
Há dias amargos...horas vãs...segundos que se perdem agora
e um silêncio vencendo a memória...indo e vindo em cada amanhecer.
Há uma flor ferida, ressaca da passagem das décadas,
um inferno que se acentua no mundo.
E, aqui, a poesia vai colhendo suas imagens...
Acolá, há óleos assassinos, manchas pretas,
viuvez de pássaros e peixes.
Lá e aqui, onde se envereda este poema comprido,
que tenta redesenhar o que se passa e o que passou...
Acolá, como uma tela à mostra,
- Não tão bela quanto uma paisagem de Monet,
nem tão surpreendente quanto um atrativo mistério -
distorcida em glórias e troféus
sobre o alvoroço das vidas silenciadas:
meninos de rua, balas perdidas, armas indevidas,
sabores embriagados, sons mudos vindos das esferas...

Neste lado de cá, um poema entre minúsculas e maiúsculas,
se detém nos afazeres digeridos, artesanais, manuais e digitais.
Um relógio a sugerir meio dia, meia noite,
e os sentidos grudados no verso...
O poema não ouve o choro, que não chora, mas registra as lágrimas.
O poema renuncia as extravagâncias desordenadas, molestuosas.
Nega o desperdício dos alimentos pela ignorância generalizada.
Desrespeita as leis criadas por mandantes e mandatos.
Observa o novo e o velho, o místico e o mítico
e tudo que seja útil ou farto
nesta distância entre riqueza e miséria...

Benfazejos os versos que rejubilam
e multiplicam os poemas necessários:
viva os que replantam o pau-brasil,
os que não jogam plástico a esmo,
os que reciclam o lixo,
os que diuturnamente fazem uso dos princípios e direitos...
Viva a notícia verdadeira,
os que defendem o mundo holístico
os que ousam acreditar na possibilidade da aurora e do ocaso
e na possibilidade do amor que se eterniza no tempo...

Genny Xavier.
2006.
Itabuna-Bahiahttp://badeguardados.blogspot.com

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Ética

 

Admirando a Ética 
Jordan Augusto 
As pessoas influenciam-nos, as vozes comovem-nos, os livros convencem-nos, os feitos entusiasmam-nos. 
(John Henry Newman) 

Sempre fui um admirador da ética e seus seguidores. A beleza do respeito alheio e a forma de encará-los, demonstra no homem o valor aprendido. 

Em que e onde, no Brasil, está mais fazendo falta a ética? 
A falta e a quebra da ética ameaça todos os setores e aspectos da vida e da cultura de um país.
Mas não há como negar que, na vida política, a falta ou quebra da ética tem o efeito mais destruidor. Isto se dá porque o político deve ser um exemplo para a sociedade. 

A política é o ponto de equilíbrio de uma nação. Quando a política não realiza sua função, de ser a instância que faz valer a vontade e o interesse coletivo, rompe-se a confiabilidade e o tecido político e social do país

O mesmo acontece quando a classe política apóia-se no poder público para fazer valer seus interesses privados. A multiplicação de escândalos políticos no Brasil só não é mais grave que uma de suas próprias consequências: a de converter-se em coisa banal, coisa natural e corriqueira, diante da qual os cidadãos sejam levados a concluir: sempre foi assim, nada pode fazer isso mudar, ou coisa ainda pior: ele rouba, mas faz.
Do outro lado, uma vida política saudável, transparente,representativa, responsável, verdadeiramente democrática , ou seja, ética, tem o poder de alavancar a autoconfiança de um povo e reerguer um país alquebrado e ameaçado pela desagregação
A ética é um comportamento social, ninguém é ético num vácuo, ou teoricamente ético. Quem vive numa economia a-ética, sob um governo antiético e numa sociedade imoral acaba só podendo exercer a sua ética em casa, onde ela fica parecendo uma espécie de esquisitice. A grande questão destes tempos degradados é em que medida uma ética pessoal onde não existe ética social é um refúgio, uma resistência ou uma hipocrisia. Já que ninguém mais pode ter a pretensão de ser um exemplo moral sequer para o seu cachorro, quando tudo à sua volta é um exemplo do contrário. 
“As Palavras são anões, os Exemplos gigantes-” 
(Provérbio Suiço) 

A palavra Ética é originada do grego ethos, que significa modo de ser, caráter. Através do latim mos (ou no plural mores), que significa costumes, derivou-se a palavra moral. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo – sociedade. 
Define-se Moral como um conjunto de normas, princípios, preceitos, costumes, valores que norteiam o comportamento do indivíduo no seu grupo social. Moral e ética não devem ser confundidos: enquanto a moral é normativa, a ética é teórica e busca explicar e justificar os costumes de uma determinada sociedade, bem como fornecer subsídios para a solução de seus dilemas mais comuns. Porém, deve-se deixar claro que etimologicamente “ética” e “moral” são expressões sinônimas, sendo a primeira de origem grega, enquanto a segunda é sua tradução para o latim. 

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ética, costumes, valores morais, cidadania, princípios e valores
http://br.groups.yahoo.com/group/TUSB-TEMPLO-UMBANDISTA-SENHOR-DO-BONFIM/




terça-feira, 11 de outubro de 2011

Uma Nova Educação


Se nós compreendermos que o sistema educacional actual nada mais é que uma linha de montagem onde se formatam pessoas para servir um modelo que está em colapso acelarado, em que as crianças são privadas da verdadeira expressão do seu Ser para se transformarem, no fim da linha de produção, em profissionais que se limitam a cumprir aquilo para que foram desenhados, sem a capacidade de inovar, criar, reformular e de pôr em causa tudo aquilo que aprenderam, facilmente podemos concluir que esse mesmo sistema não serve, e que uma revolução profunda tem que acontecer de forma a que um novo paradigma educacional possa surgir.
Enquanto as crianças estiverem sujeitas a um sistema, onde o que é valorizado são os quadros de honra, onde o estímulo que se oferece é o da competição com os colegas pelos lugares nas tabelas dos melhores alunos, onde se impõem modelos desenhados por uns quantos intelectuais em corriculos formatados de cima, nenhum futuro poderemos encontrar neste sistema. Há que saber quebrar com o paradigma actual, e começar a fazer de forma totalmente diferente, onde a educação seja um estímulo para que cada criança possa expressar o melhor de si no contacto com os outros, através da criatividade, da partilha e da expressão plena do Ser em toda a sua potencialidade.
Deixamo-vos um vídeo onde podemos perceber de forma clara o quanto é essencial começar a pensar de forma diferente.
Blog Anuea
http://anuea.org/web/index.php?option=com_easyblog&view=entry&id=3&Itemid=56#.TpS8kKYx6qY.blogger
Paz Produnda
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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Indicadores de uma Sociedade Decadente-Por J.Purgly


Sociedade decadente
Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (Judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:
  • "Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;
  • "Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;
  • "Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;
  • "Quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício;
"Então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está decadente".


http://purgly.blogspot.com/2011/10/indicadores-de-uma-sociedade-decadente.html#ixzz1ZqbVVmsR





quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Diretivas que a juventude necessita


Uma das coisas que mais custa aos adolescentes aprender é o comportamento que corresponde adotar em cada circunstância que se apresenta, no transcurso de seus dias, como um dos tantos obstáculos naturais que aparecem nos caminhos do mundo.

Pode-se dizer que entram às cegas num mundo que lhes é desconhecido, onde se produz o contraste inesperado entre o que conheciam e o que a realidade apresenta a seus incipientes juízos acerca daquilo que esse mundo é em suas múltiplas tonalidades e aspectos. A pouca idade e a falta de experiência e de saber privam-nos das mais elementares defesas, tão necessárias para se prevenirem contra as frequentes quedas.

No jovem a reflexão mal atua, pronunciando-se só naquelas situações que intimamente o afetam, ante as quais o entendimento deve eleger a melhor conduta a seguir, mas sem ter conhecimento sobre as mil e uma figuras enganosas que se movem no cenário da aparência, a qual muitas vezes é tomada por realidade para seu próprio mal, já que logo deve experimentar as amarguras desse engano. Embora seja certo que, nesses casos, fica a experiência como precedente para preveni-lo em situações futuras similares, tampouco é menos certo que tais situações se apresentam sempre sob novos aspectos e diferentes circunstâncias.

A pouca idade e a falta de experiência e de saber privam o jovem 
das mais elementares defesas

Para o ser que começa a ver a vida nos momentos em que ela se transforma em existência independente e responsável, é indispensável recorrer, para uma melhor adaptação a essa realidade cuja força ele começa a sentir, ao conselho dos mais velhos, que já experimentaram esses transes; recorrer também ao estudo e à observação do que é inconveniente nele e nos demais; e, acima de tudo isso, deve realizar uma preparação de caráter integral, que, convocando todas as suas energias para o mais amplo desenvolvimento das faculdades de sua inteligência, possa muni-lo dos conhecimentos que lhe servirão para preservar-se do mal e triunfar nas lutas que precise sustentar contra a adversidade.

Nos centros universitários, o ensino que se ministra é destinado exclusivamente à preparação geral do estudante, isto à parte da especialização, que exige adquirir os conhecimentos da profissão escolhida; porém, ainda não foi tida em conta a possibilidade de se criar uma cátedra dedicada especialmente à preparação da juventude para a vida, na qual lhe sejam oferecidos os elementos de ilustração a esse respeito; uma cátedra que permita aos jovens conhecerem qual deverá ser seu comportamento e sua atuação nas diversas e múltiplas situações que a vida costuma apresentar aos que nela se iniciam.

Tal capacitação traria como resultado um melhoramento na vida de relação e, propiciado por esta mesma capacitação adequada da juventude para tal fim, um desenvolvimento mais fecundo da cultura.

Não há dúvida de que, com tal diretiva, seria assegurado o livre desenvolvimento das forças juvenis, encaminhando-as para atividades criteriosas que, por si sós, haveriam de significar uma grande contribuição para a sociedade.

Trechos extraídos da Coletânea da Revista Logosofia Tomo 1, p. 173

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Reformulação da mentalidade das novas gerações


    Aos Educadores:
    Pedimos sua atenção para um assunto de suma importância para o futuro de todos nós. 
    O Conselho Nacional de Educação – CNE está promovendo um debate em nível nacional visando incluir a disciplina Direitos Humanos nos currículos escolares, do ensino básico e superior. Questionados a respeito da inclusão de Valores Humanos nesses debates as respostas que temos recebido informam que nas aulas de Filosofia, Sociologia, Ética, Cidadania e na própria disciplina Direitos Humanos, já são e serão contemplados os citados Valores. 
    Entretanto, na leitura que nosso grupo (informal) de pedagogos, junto com profissionais de outras áreas, tem feito sobre essa questão, observam-se algumas diferenças pouco percebidas, mas importantíssimas, que nos remetem ao seguinte: 
    Quando se ensina algo, a recepção se dá em nível intelectual, ou seja, é uma informação que o receptor poderá, ou não, aplicar em seu cotidiano. No entanto, quando esse algo é repassado num formato não apenas intelectivo, mas também envolvendo sentimentos, emoções e imagens mentais (estas últimas, visualizadas mediante contos e narrativas) como ocorre nos aprendizados de Valores Humanos, acaba sendo internalizado e passa a fazer parte do caráter. Certamente esse é um processo lento, para médio e longo prazo, mas é essa formação do caráter a estrutura únicasobre a qual será possível construir-se uma sociedade moral e eticamente saudável. 
    Entendemos que o ensino de Filosofia, Sociologia, Ética, Cidadania, Direitos Humanos, etc., sem desconsiderar sua importância na formação humana, não abrange nem substitui os Valores Humanos, que são ensinamentos e vivências sobre honestidade, bom convívio, ética, responsabilidade, justiça, verdade, afetividade, olhar o outro com um olhar de acolhimento, de solidariedade, que são os fundamentos da não violência, lembrando ainda que esses aprendizados incluem também a admiração e o amor pela natureza e pela vida em todas as suas expressões. 
    Portanto, é fácil concluir que, se quisermos ter no futuro uma sociedade “saudável”, o ensino de Valores Humanos deve ocorrer nas salas de aula como matéria específica e num formato próprio, assim como acontecia antigamente, quando os mais velhos os ensinavam às crianças e jovens. Só assim, com esses valores internalizados, e não como informações processadas pelo intelecto, poderemos contar com as transformações interiores tão necessárias em nossa sociedade. 
    Oportuno lembrar que o Programa Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola, de nossa responsabilidade, foi construído de forma a facilitar essa internalização dos valores, com utilização de contos e narrativas especialmente elaborados para cada situação. Com aulas de apenas cinco minutos de duração, que podem ser ministradas, por exemplo, no início de cada turno, as escolas não terão qualquer dificuldade para acrescentá-las ao seu calendário. Além disso, o Programa é inteiramente gratuito e já foi avaliado e adotado por várias secretarias de educação estaduais e municipais, e também recebe apoio do MEC: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/link.html?categoria=19. Recentemente elaboramos um “Passo-a-passo” com todas as orientações para a implantação desse Programa pelas escolas, incluindo um modelo de atividade para sensibilização e motivação dos professores que irão ministrá-lo. Todas as informações pertinentes, assim como download do material didático, se encontram em nosso site:www.cincominutos.org
    Diante do exposto, pedimos que envide os esforços que estiverem a seu alcance para que o ensino de Valores Humanos venha a ser priorizado nas salas de aula do país, de forma que as novas gerações possam internalizá-los, porque só assim, mediante mudanças radicais na mentalidade vigente é possível pensar-se num futuro melhor e mais digno para nós e para nossos descendentes. 
    Atenciosamente, 
    Saara Nousiainen - Coordenadora do Projeto Sócio-Educativo Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola, disponibilizado gratuitamente desde 2008, em:

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Porque a Ética é Importante


    Por 
    Stephen Kanitz
     
    Antigamente, moral e ética eram transmitidas às novas gerações pelas classes dominantes, pela aristocracia, pelos intelectuais, escritores e artistas. 
    Era uma época em que os nobres eram nobres, exemplos a ser seguidos por todos. 
    Hoje, isso mudou. 
    Nossas lideranças políticas, acadêmicas e empresariais não são mais "nobres", nem se preocupam em transmitir valores morais às futuras gerações. 
    Nossa televisão só pensa em lucro, seus donos não têm nenhuma preocupação em ser respeitados pelos seus pares. 
    Não existe mais o noblesse oblige, a obrigação dos nobres, como antigamente. 
    Poetas brasileiros até enaltecem os nossos "heróis sem caráter". 
    Hoje, quem quiser adquirir valores morais e éticos neste mundo "moderno" terá de aprender as regras sozinho. 
    (...)
    Esta é a diferença entre leis e ética. Ética não tem ponto final. Ética não tem perdão, nem cumprimento de pena. Transgredir a ética é uma mancha para sempre. Um horror! 
    Por isso as gerações mais velhas criam uma moral e uma ética, uma religião, uma filosofia de vida. 
    Para ser transmitida às novas gerações para que elas não façam besteiras que possam marcá-las para o resto da vida. 
    Transgredir a moral e a ética de sua comunidade traz penas bem mais severas que transgredir as leis de seu país. 
    Agora, ter uma religião e não seguir os preceitos que ela advoga, algo que ocorre com frequência, é o pior dos dois mundos: aí você não procura uma ética melhor que o satisfaça nem segue a ética determinada por sua religião. 
    (...)
    Os filhos, netos e bisnetos de nossos políticos, homens públicos, líderes e artistas que romperam com a ética terão de conviver com o eterno tititi sobre seus pais e nunca saberão dos comentários ditos pelas costas. 
    Se você tem uma religião e não a pratica, se você odeia as pregações de moralidade que seus pais lhe impõem, isso não o exime de procurar um sistema de referência melhor para sua vida, seja uma outra religião, seja uma conduta filosófica, seja um simples livro de auto ajuda. 
    As consequências podem ser muito mais severas que as leis impostas pelo Estado, como descobriu meu querido amigo Zeca, aquele que transou com a cunhada. 
    Stephen Kanitz é administrador (www.kanitz.com.br
    Artigo Publicado na Revista Veja, edição 1733, ano 35, nº1, 9 de Janeiro de 2002. 
    Levy Compartilha
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