Cidadania, ética e valores morais



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Paz Profunda.

Levy


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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Ciência Logosofica


O que a humanidade mais necessita? - 1a parte

Quando repassamos os fatos históricos que marcaram o princípio e o fim de épocas gloriosas ou de decadência, e o entendimento se põe a meditar sobre o que cada um deles significou e significa para a reflexão dos homens, experimentamos, sem que possamos contê-lo, um sacudimento espiritual, uma alegria que vem junto a uma aflição e, sobretudo, a um anseio de ser útil à humanidade.

Esse anseio é, precisamente, o que impulsiona os seres humanos a melhorar suas condições e qualidades, num amplo e generoso gesto de superação espiritual. E é nesse afã que os homens encontram seus melhores estímulos e as mais nobres inspirações de bem.

Mas a humanidade, que se agrupa em raças ou povos de diferentes idiomas e hábitos, pertencentes, sem exceção, ao gênero humano, está formada por grandes massas de diversos tipos psicológicos, distanciadas entre si mental e espiritualmente, de acordo com o grau de adiantamento que umas e outras acusam, e de acordo com os costumes, crenças ou inclinações de seus pensamentos. No seu todo, isso estabelece, dentro desse conjunto, diferenças que às vezes culminam em antagonismos extremos, e que são causa, desde tempos imemoriais, dos tantos conflitos produzidos no mundo. 

Os conflitos, com o passar dos anos e dos séculos, foram aumentando o volume das contendas
e dos desastres, restando como saldo fragmentos de humanidade

Queira-se ou não, isso veio debilitando o homem e, até se poderia dizer, afastou de suas possibilidades a grande figura arquetípica de seus elevados destinos. 

Isto tem muito a ver com o abandono a que, incompreensivelmente, a humanidade parece ter-se entregado no curso dos séculos, abandono de suas condições e qualidades e, sobretudo, da disposição para atender à única realidade que dá expressão à sua existência: a consciência.

Ultrapassado o limite de todos os desejos e exigências que costumam determinar o conjunto das aspirações humanas, e ainda de suas razoáveis ambições, o ser humano, numa quase permanente agitação, foi se submergindo pouco a pouco na inconsciência, provocando um obscurecimento que, sutilmente foi embriagando sua razão, até convertê-la num instrumento que justifica, aos olhos das outras pessoas, os erros ou desvios em que esse ser incorre.

Devolver, portanto, à humanidade o pleno gozo de suas faculdades e o uso consciente de sua razão deve ser e é o maior imperativo do momento atual.

Extraído da Coletânea da Revista Logosofia, tomo 3, p. 197

domingo, 26 de novembro de 2017



 Resultado de imagem para imagem faixa de pedestre

Estou estarrecido com o Absurdo
Vi no noticiário da TV:

MULTA PARA PEDESTRE QUE ATRAVESSAR FORA DA FAIXA?  (ridículo)

IN mobilidade Urbana.

O Detran vai cobrar? Quem vai cobrar? Como vai cobrar?

Podemos esperar que logo mais estarão nos cobrando (a nós pedestres) Taxa de estacionamento e Taxa de pedágio (repito: cobrar dos pedestres).

Raciocino por esta premissa, que as cidades foram feitas para VEICULOS, existem para VEICULOS, sendo os Pedestres um ESTORVO ao cotidiano das cidades e das elites econômicas.

O direito dos pedestres de atravessar nas faixas a eles destinadas, nunca soube que obrigasse ou punisse por desrespeito os condutores de veículos automotores.

Entendo que a prioridade para atravessar as pistas seria um DIREITO, e não UMA OBRIGAÇÃO.

Aquele que decidir atravessar as pistas ou avenidas/rodovias fora das faixas de pedestres, assume os riscos da sua decisão, podendo o custo ser da própria integridade física.

De igual modo não dá aos condutores de veículos o direito de atropela-los, de lhes cobrar com a vida a decisão de se expor aos perigos.
Cobrar multa de Pedestres?
Só faltava esta.
Já dizia o nosso saudoso humorista Chico Anísio:" Pobre que se EXPLODA" a elite odeia Pobres.
Já não pagamos a LICENÇA para sermos pobres?
Já não basta carregarmos nas costas o peso da parte da Sociedade IMPRODUTIVA, que desfila plena de direitos e prerrogativas?
Onde fica a MOBILIDADE URBANA?
Mobilidade para quem?
Tempos difíceis, paremos para refletir.




Sobre CIDADANIA
Conceito:

O conceito de cidadania tem origem na Grécia antiga, sendo usado então para designar os direitos relativos ao cidadão, ou seja, o indivíduo que vivia na cidade e ali participava ativamente dos negócios e das decisões políticas.

Cidadania pressupunha, portanto, todas as implicações decorrentes de uma vida em sociedade.

Ao longo da história, o conceito de cidadania foi ampliado, passando a englobar um conjunto de valores sociais que determinam o conjunto de deveres e direitos de um cidadão.

Os direitos e deveres de um cidadão devem andar sempre juntos, uma vez que o direito de um cidadão implica necessariamente numa obrigação de outro cidadão.

Um cidadão é uma pessoa que se considera em uma fase madura o suficiente desenvolvido para agir consciente e responsavelmente dentro da Sociedade.





ASPECTOS DE UM GUERREIRO do Bem 

HONRA

O primeiro aspecto é o da Honra, pois sem ela o Guerreiro do Bem não poderá entrar em combate.
Sem ela nada poderá ser feito, tudo depende dela.
Ter honra significa possuir e respeitar um código ético de forma justa e digna.
Os Guerreiros do Bem possuem armas do Bem, lutam na Luz e em favor do reino do Bem.
Logo não é honrado usar de meios nefastos para obter vitória, pois não usamos armas das trevas para lutar.
O Guerreiro do Bem não precisa lutar com as armas da mentira, da prostituição, da impureza, da lascívia, de manipulações, de inimizades, de brigas, de ciúmes, das iras, das discórdias, das dissensões e facções.
Os que lutam assim não tem parte no reino do Bem, pois são desonrados e lutam ilegitimamente.
Nosso código de Honra está na Palavra e na Consciência, este código deve ser seguido e respeitado por todo aquele que deseja ser de fato um Guerreiro do Bem.