Cidadania, ética e valores morais



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Paz Profunda.

Levy


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sábado, 21 de outubro de 2017

Sobre a depressão



    Pelo espírito Eugênia.

     

    Eugênia, há uma pergunta recorrente de internautas, telespectadores e assistentes em nossas palestras, que gostaria de lhe retransmitir:

    Tarefas Pendentes Qual a explicação espiritual para a depressão, também chamada transtorno bipolar ou unipolar (de acordo com a presença ou ausência, respectivamente, de oscilações maníacas)?


    Um dos flagelos da modernidade, a depressão tem etiologia profunda, com suas raízes fincadas no solo da alma. Quem se sente desanimado, em caráter mais grave, sofre de séria patologia espiritual, aguardando atendimento adequado, que lhe aborde e avalie não só as questões de ordem médica ou psicológica, mas atinja o cerne da problemática, de natureza fundamentalmente espiritual.


    No que tange à sua feição psicológica, pode a depressão ser oriunda de repressão grave e crônica da raiva continuada e intensa, que, depois de passar por seus trâmites (da depressão), poderá desembocar em disfunções orgânicas outras, como a artrite reumatóide ou as diversas manifestações cancerígenas.


    Preferimos aqui considerar, todavia, para os fins que nos interessam – remontar às causas últimas e mais profundas do problema – que a gênese da depressão está associada à frustração severa da alma, com a obliteração de seus anseios naturais de realização e expansão de si. Toda vez que um ser humano reprime seus ímpetos espirituais de progresso, sufocando seu elã vocacional, relegando a esquecimento as mais lídimas expressões de seus sentimentos (no que diz respeito a relacionamentos interpessoais), estará se candidatando, a curto ou médio prazo, a desdobrar algum dos nível de depressão, os mais leves sequer diagnosticáveis como “depressão clínica”. Assim, a fuga para vícios variados, distrações diversas e interesses fúteis, podem dar extravazão à energia psíquica da frustração, sem que se chegue a desenvolver, propriamente, o quadro médico-psicológico da depressão.


    Retornando à associação que fizemos acima, entre depressão e desânimo, gostaríamos de nos reportar às origens etimológicas da palavra desânimo, proveniente do verbete latino “anima”, que significa: alma. Assim, o desanimado estaria desconectado da própria alma, da essência de si mesmo. Portanto, se alguém quiser debelar, em caráter profundo e definitivo, o seu quadro depressivo, embora possa, em casos mais graves, apelar para o recurso medicamentoso (psicofármacos anti-depressivos, por prescrição psiquiátrica – sempre em caráter provisório e emergencial) e também possa fazer uso do concurso de psicoterapia apropriada a seu temperamento e definição religio-filosófica, deve, acima de tudo, conhecer-se em profundidade, e, com isso, descobrir que ordem de reclamos basilares de seu núcleo fundamental de ser estão sendo desprezados ou simplesmente não-percebidos, a ponto de a mente começar a colapsar, na implosão psíquica da depressão psicológica. E, com todo respeito que nos merecem a Psiquiatria e as inúmeras escolas de Psicologia na Terra, não se erradicará de modo profundo e duradouro, um quadro severo de depressão, sem se remontar a questionamentos de natureza espiritual e religiosa. Que se descubra qual a própria vocação, no sentido profissional, familiar e social, mas que não se esqueça de Deus e da forma de contato com a Divindade que o indivíduo deverá descobrir ou criar, para se realinhar com o sentido pessoal de paz e bem-aventurança.


    Atualmente, a Neuroteologia, braço novo das neurociências, tem considerado a atividade religiosa, mística ou espiritual, como uma necessidade neurofisiológica do ser humano, havendo regiões específicas da fisiologia e mesmo da estrutura cerebral para a vivência do espiritual, bem denotando como o ser humano não será completo negligenciando esse capítulo constitutivo de sua própria natureza.


    A frequência assídua, ao menos semanal, a um culto religioso do próprio agrado, conforme predileções psicológicas e inclinações ideológicas ou culturais, deve ser transformada em hábito, de parte ao seguimento impreterível de uma disciplina diária de contato direto com Deus, pela forma preferencial da criatura, seja a meditação, seja a oração, seja uma cambiante entre as duas técnicas de comunhão com o Divino – o que achamos mais sensato, para o homem e a mulher modernos.


    Por fim, que cada um procure descobrir uma forma de serviço ao próximo que lhe dê sentido a viver, seja associando tal espírito de solidariedade às próprias obrigações profissionais, exercendo atividades remuneradas com amor e desejo sincero de ser útil e ajudar, seja na vivência mais intensa e genuína dos laços afetivos com os entes amados, seja numa atividade voluntária, não remunerada, caracterizando o que se pode chamar, tecnicamente, de “prática da caridade”. Vocação sem espírito de serviço é fantasia para os delírios narcísicos do ego, nada tendo a ver com a verdadeira expressão da Vontade de Deus, que sempre se manifesta através de sentimentos de amor ao próximo, do dever de servir, cuidar e amar os semelhantes, próximos ou distantes, amados ou desconhecidos.


    (Diálogo travado em 28 de setembro de 2004.)

     

    (*) Melhor seria que disséssemos “consulta” e não “diálogo”, já que não houve desdobramento de raciocínios, no intercâmbio e inter penetração de ideias entre consultor e consultado, típico ao sistema dialético de pensamento; apenas tendo feito uma pergunta e Eugênia simplesmente tivesse discorrido sobre a temática sugerida. Preferimos manter esse título, porém, para incluir esse texto na categoria das mensagens provocadas abertamente à mentora espiritual e seus outros amigos do outro plano de vida.

     

     (Nota do Médium)

     






quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Planeta UTOPIA

Filosofia da prosperidade I

Em uma galáxia distante existe um planeta chamado Utopia. Todos os habitantes deste planeta são prósperos e isso é um estudo de caso muito interessante. Devemos analisar como conseguiram isso para que o resto do Universo possa beneficiar-se desta prosperidade.

A primeira coisa que eles resolveram foi aquela situação onde um contratador de funcionários contratava pessoas as 9 horas da manhã, depois ao meio-dia, depois as 15 horas e depois as 17 horas. Quando chegava no fim do expediente as 18 horas ele pagava o mesmo valor para todos. Isso sempre intrigou todos os habitantes deste planeta. A pergunta que faziam era: “como isso pode funcionar? ”.

Foi então que o contratador explicou que se os funcionários não tivessem renda a economia não poderia crescer. Como os funcionários da montadora de carros poderiam comprar os carros que fabricavam se não ganhassem para compra-los? Se todos fizessem a mesma coisa quem compraria os carros? Então não haveria sentido em produzi-los e todos seriam demitidos! É lógico! Se ninguém compra os carros como manter esses empregos! Uma coisa está ligada na outra evidentemente. Essa foi uma grande descoberta no planeta Utopia. Desta forma entenderam que o contratador estava ativando toda a economia do planeta. Isso aumentou a produtividade de todos e a produção em consequência. Essa atitude propiciou que todos tivessem os meios para se desenvolverem.

Outra coisa que fizeram foi eliminar tudo que impedisse o progresso pessoal de todas as pessoas do planeta. Todas as pessoas poderiam crescer o quanto quisessem sem limite de crescimento. Todo o potencial deveria ser aproveitado. Isso provou ser uma das coisas mais inteligentes que já fizeram. Nenhum entrave para o máximo de crescimento possível. Todos os contratadores poderiam fazer seus negócios crescerem sem limite. Entender isso levou um tempo, pois as formas de impedir o crescimento são variadas e muito sutis.

Um conhecimento que foi muito importante para o crescimento de todos foi o entendimento do que é custo. Tudo que é produzido tem um custo. Vejamos um exemplo: uma pessoa ganha uma terra para desenvolver. Para plantar algo tem de comprar as sementes, os fertilizantes, o maquinário, contratar os funcionários, fazer a colheita e transporta-la, preparar a terra para a nova safra e assim por diante. Todas essas atividades tem um custo. A soma de todos estes custos dá o custo total de operação da propriedade. Dividido o custo total pelas toneladas produzidas teremos o custo por tonelada. Desta forma saberemos por quanto temos de vender o produto para termos lucro e possamos reinvestir o lucro na próxima safra, desta forma aumentando a produção, a produtividade, baixando os custos e os preços e assim por diante. Sem a receita ou lucro é impossível produzir qualquer coisa. Não há mágica nesta equação. Tudo tem uma relação custo/benefício. Sem receita não pode haver despesa. E sem despesa não há produção de nada. Isso vale para qualquer produto ou serviço. Se isso não é entendido haverá o empobrecimento geral de todos. É impossível produzir sem que a receita supere a despesa. Quando a despesa é maior que a receita as dívidas são feitas e o resultado é a falência do empreendimento. Quando isso foi entendido o progresso de todos os habitantes foi imenso.

                                                        Hélio Couto
Projeto Negociação Humanizada
Aulas e Postagens no site: www.negociacaohumanizada.com.br/

sábado, 10 de abril de 2010

Imagem - Código de purificação



Crer é uma experiência emocional, mas saber é uma conquista da inteligência que experiencia a realidade e se deixa arrebatar, nunca mais alterando a consciência em torno do que conhece.
(Divaldo Franco- Jesus e o Evangelho - a luz da Psicologia Profunda - pag. 139)

Imagem - Os sete Chakras principais



Tudo o que existe é Energia. Matéria é Energia condensada (Einstein)
O corpo Físico Humano tem seus centros de força (Chakras)pelos quais recebe energia vital universal, além da respiração. Resumindo : Somos Luz
Descreveremos a seguir cada um destes centros.

Imagens - Chakras