Cidadania, ética e valores morais



Cidadania, ética e valores morais
Espiritualidade.

Temos uma missão, um objetivo, que se inicia pelo seu interesse, pela sua atenção.

O convido para inscrever-se no Boletim informativo, permitindo o envio para o seu e-mail.

Na Blogosfera do Bem, ou no CIBERESPAÇO de Luz estaremos unidos para a construção

do novo paradigma Civilizacional para este terceiro milênio, na SOMA, AMOR+Luz.

Beijos de Luz no seu Coração e na Alma.

Paz Profunda.

Levy


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Valores Humanos para crianças e adolescentes





Aulas fáceis, curtas, prontinhas, interessantes e gratuitas, Sensacional.


Se você é pai, mãe, avô, avó, professor, educador, diretor de escola, pedagogo ..., enfim, uma pessoa interessada em ensinar valores humanos aos seus pequenos ou adolescentes, aqui está a oportunidade. 

O Programa 5 Minutos de Valores humanos para crianças e adolescentes conta com 600 (seiscentas) aulas já todas prontinhas e gratuitas. Cada uma aborda sempre um tema principal sobre Valores Humanos (respeito, solidariedade, justiça, fraternidade, inclusão, igualdade, etc.) que influem diretamente nas pessoas definindo o modo de viver e de se relacionar com o mundo. Cada aulinha tem uma duração média de 5 a 10 minutos para que possa promover o resultado que se espera e não se tornar enfadonha. Nas aulinhas são utilizados recursos pedagógicos dinâmicos e interessantes como historinhas, exemplos biográficos, socialização dos assuntos com família e amigos, pesquisa, e mais outros. As aulinhas são todas disponibilizadas gratuitamente por meio de download no site. Todas as aulas estão oferecidas em português e em espanhol. Desejamos traduzir para outras línguas, mas dependemos de voluntários. Se você também quiser oferecer-se como voluntário para traduzí-las, seja benvindo/benvinda. 

Sobre o grupo de criação do Programa: 

Fazemos parte de um grupo sem qualquer interesse financeiro, religioso ou político, sendo nosso único objetivo difundir estas idéias sobre a importância de valores humanos a pais e educadores, com uma proposta prática de ensino de valores humanos a crianças, adolescentes e até mesmo adultos. Nossa intenção é contribuir com um mundo mais humano, igualitário, respeitoso das diferenças, inclusivo, amoroso e justo...enfim, um mundo melhor de se viver. 

Para tanto, nós do grupo (educadores) contribuímos com a criação e difusão do Programa 5 Minutos de Valores Humanos para a Escola, cuja idealização e suas 600 aulas foram escritas por Saara Nousiainen. Cada aula tem duração apenas de 5 minutos em sala de aula, para também não prejudicar a extensa grade curricular escolar. 

O resultado nas crianças é visível logo nas primeiras semanas e o mesmo se extende para a conivência com a família, amigos e na vida social em geral. Nossa preocupação é de fato com toda essa problemática envolvendo a falta de valores humanos em boa parte de nossa sociedade. Tanto assim que todo o programa, inclusive as 600 aulas estão disponíveis para download de forma totalmente GRATUITA. Já são mais de 20.000 downloads feitos no site (de 2009 a jan/2011) com a aprovação de várias escolas, professores e até secretarias estaduais de educação que o recomendam, dentre alguns sites estrangeiros. 

A proposta está na íntegra no site www.cincominutos.org e convidamos todos a conhecer este belo trabalho como também utilizá-lo, se assim desejar, em suas atividades em prol de uma sociedade mais digna, justa e fraterna. 

O programa não é rígido, portanto, pode ser adaptado às necessidades dos envolvidos no processo de aprendizagem. Pais ou responsáveis também podem utilizá-las para melhor educar seus filhos em valores humanos. E o bom é que não são aquelas aulas chatas de conteúdo apenas. A escritora procurou fazer uso de sugestões de meios de socialização de assuntos, exemplos criativos, historinhas, exemplos biográficos, etc. 

O interesse da idealizadora do programa é apenas poder fazer sua parte para um mundo melhor, que todos sabemos, começa com o cuidado e educação das crianças para que se tornem adultos melhores. 

Ficamos felizes que já tenham sido feitos mais de 20.000 downloads...porque imaginamos quantas crianças estão aprendendo um pouquinho mais sobre valores humanos e que poderão fazer a mudança no mundo para o bem que todos queremos. Não é mesmo? 

Se gostou da idéia pode divulgá-la à vontade. Agradecemos! 

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http://www.cincominutos.org/

Copiado de:
A Família, A Tribo e outros Grupos Humanos
Irene Nousiainen's blog
<http://www.coolmeia.org/bemcomum/node/101>



segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Capital Humano nas Citações


 Capital Humano nas citações


O economista e escritor Eduardo Giannetti, ao ser questionado acerca da importância da educação no desenvolvimento de um país, elaborou um artigo composto apenas de citações para aprofundar o tema. Giannotti tem experiência com citações: neste ano, ele lançou o "Livro das Citações". Na obra, ele cita o argentino Jorge Luis Borges para explicar por que gosta de exprimir idéias por meio de palavras alheias: "Que os outros se jactem das palavras que escreveram; a mim me orgulha as que tenho lido".

"O mais valioso entre todos os capitais é aquele investido em seres humanos" (Alfred Marshall, economista inglês)

"As estatísticas sobre poupança deveriam incluir o custo de investir em capital humano. A inversão em pessoas é a chave para o desenvolvimento e o crescimento das sociedades." (Gary Becker, economista norte-americano)

"A vanguarda do progresso pertence aos povos que cuidaram da educação do caráter em plano não inferior ao da educação da inteligência." (Eugenio Gudin, engenheiro e economista brasileiro)

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O Administrador Socialmente Responsável

    Empresas Preparadas Para Servir 
    Autoria de stephenkanitz
    Rolim Amaro, da Tam, era um amigo que faz muita falta. 
    Ele era o exemplo de um empresário intuitivo, observador, honesto, prova de que diploma não é condição necessária para ser Presidente de empresa ou nação. 
    Eu sempre brincava com ele que se tivesse feito faculdade, hoje ele seria diretor de uma das companhias de aviação concorrente em vez de ser dono da Tam. 
    A característica do Rolim era que ele gostava de servir os outros. 
    Toda a sua atitude neste sentido era autêntica, não era da boca para fora só para ganhar dinheiro. 
    Tanto que ele foi um dos primeiros a apoiar os meus dois projetos sociais, o site voluntarios.com.br e o Prêmio Bem Eficiente. 
    Quando eu apontei que os voluntários que usam nosso site são pessoas predispostas a servir o outro, Rolim imediatamente adotou como prática de seleção que o departamento de pessoal da Tam privilegiasse candidatos a emprego que tivessem sido voluntários quando jovem. 
    O mundo empresarial de hoje é o mundo dos serviços. 
    Daqui para a frente as empresas de sucesso serão as empresas que eu chamaria de “Preparadas Para Servir”. 
    Como criar este tipo de empresa? 
    Transformar empresas para servir o outro será nosso enorme desafio daqui para a frente, e administradores profissionais e socialmente responsáveis vão ter que promover uma mudança cultural de enormes proporções, por razões históricas. 
    Herdamos uma cultura portuguesa greco-romana que via o servir o outro como servidão, um fardo, uma obrigação a ser evitada. 
    Servir o outro era visto como uma penalidade, algo que devia ser evitado a todo custo. 
    O segredo é ser servido, tanto que adotaram a escravidão sem remorso, e nunca servir. 
    Esta mentalidade ficou ainda mais forte no Brasil com quase 400 anos de tradição escravocrata, quando importamos escravos para nos servir, e queremos que o Estado nos sirva de todos as nossas necessidades e obrigações. 
    A maioria dos brasileiros, inclusive muitos intelectuais, querem ser servidos e não servir. 
    Querem aposentadorias integrais, 13o. salário sem existir 13 meses de trabalho, querem serviços públicos em todas as áreas, querem ensino grátis, saúde grátis, transporte grátis, remédios grátis. 
    Querem seus direitos, sem pensar nas obrigações. 
    Por estas razões históricas, o Brasil ainda vive uma enorme resistência a servir os outros, ao contrário de outras civilizações como a chinesa, japonesa e americana, onde servir o outro não é tão mal visto assim. 
    Se ensinarmos as pessoas que servir o outro não é degradante, pelo contrário, de que é um raro prazer, construiremos uma sociedade sólida e uma plataforma de exportação de serviços. 
    Criaremos uma nação de cidadãos compromissados com o cliente e com o social. 
    Visite o nosso site que Rolim ajudou a criar, o www.voluntarios.com.br. É um belo lugar para começar. 
    @stephenkanitz Stephen Kanitz in O Administrador Socialmente Responsável | Permalink
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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Fórum Social Mundial 2011



Participe do FSM 2011 de onde você mora e aja por um outro mundo possível! 

O Fórum Social Mundial 2011 consiste em milhares de atividades auto-organizadas, encontros, discussões e iniciativas de milhares de organizações da sociedade civil para “um outro mundo possível”. 

Isso acontecerá de 6 a 11 de Fevereiro de 2011 no campus da Universidade de Dakar em Senegal...e em qualquer lugar do mundo de 4 a 13 de fevereiro de 2011. 

Encontros locais em Dakar ou em qualquer lugar 
Atividades em espaços públicos 
Encontro à distância com um grupo em Dakar 
Participação à distância de uma atividade acontecendo em Dakar. 
Na sua cidade também... se você quiser que aconteça! 

O convite para participar vem do Conselho Internacional do FSM 

“Nós convidamos você para se envolver na atividade que vai se tornar uma das inovações dessa edição do FSM: estimular a criação de grupos – em quantos países for possível e que represente o maior número possível de lutas e grupos sociais – que desejem participar remotamente no FSM, virtualmente, via transmissão de radio ou por qualquer outro meio de comunicação remota, com os participantes do FSM em Dakar. 

Efetivamente, o que chamamos de “Dakar expandida”, vai ter uma posição proeminete, notavelmente devida a importância das Diásporas Africanas por todo o mundo.” 

Muitas organizações e redes apoiam e retransmitem esse convite. 

Organizadores do Fórum de Dakar poem em prática esse projeto para permitir grupos e individuos que não possam vir à Dakar que participem ativamente. Com três possiblidades: encontros a distância com um grupo que esteja em Dakar, participação a distância em uma atividade sendo realizada em Dakar ou realizar uma atividade fora de Dakar e transmití-la. 

Por que participar de espaços expandidos no FSM 2011? 

Para desenvolver relações concretas com organizações presentes em Dakar ( incluindo a sua!), em assuntos de interesse em comum e participar de um evento proposto pela sociedade civil africana ( encontros a distância). 

Para participar de discussões e iniciativas de redes mundiais presentes em Dakar ( participação a distância), dessa forma possibilitando, concretamente, expressão ao indivíduo na dinâmica geral do Fórum Social Mundial. 

Para entrar em contato com outras organizações locais onde você está e produzir localmente uma dinâmica de fórum social, porém expandindo esse diálogo (atividades locais). 

Para incluir jovens em momentos informais, acalorados e interativos usando a internet. Use coletivamente a internet de maneira a desenvolver relações local<->local e local<-> global de forma continua e fluente.
Como começar e preparar sua participação em Dakar expandida/ FSM expandida?
Nesse estágio inicial o desejo em participar/organizar é claramente mais importante do que ideias concretas e acabadas.


Esse é o endereço coletivo da equipe de facilitação para a Acolhida e info de FSM extendido  (veja o link abaixo)
Você descreve brevemente a atividade que está considerando realizar, aqui estão algumas indicações:
ONDE  sua atividade irá acontecer? QUANDO? QUEM irá organizá-la? COM QUEM, como parceiros a distância(se esse for o caso)? QUAL será o assunto? COMO irá proceder para realizá-la? Qual será seu tipo (atividade local, encontro a distância ou participação a distância)?
A equpe de Dakar expandida incluirá as informações contidas na sua mensagem na lista das intenções de  atividades expandidas do FSM e definirá  a pessoa a te auxiliar que irá ficar em contato com você até depois da realização do fórum que é quando é construida a memória da sua atividade expandida.
Essa pessoa fará contato com você, ajudará se precisar criar uma conta de messagens instantaneas e criará uma página para a sua atividade. Ela manterá você informado e poderá dar dicas e conselhos sobre organizar suas atividades ,baseada em experiências acomuladas, e auxiliará quando você for registrar sua atividade no site de Dakar, além de procurar  por um parceiro em Dakar.
Você também pode compartilhar informações em uma lista de e-mails com outros organizadores de atividades.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Nossa sociedade não respeita o que é público



O brasileiro tem dificuldade em respeitar leis e instituições.

Essa é a opinião dos especialistas do Instituto Millenium, o filósofo Roberto Romano e o antropólogo Roberto DaMatta. 


Romano acredita que o povo brasileiro ainda está aprendendo a viver em grandes sociedades urbanas e para DaMatta, a desobediência é uma herança da sociedade aristocrática e sinaliza status. 


Em entrevista ao jornal Zero Hora, Romano disse que o público espelha o privado e vice-versa: “Como em todas as relações sociais, há um movimento de imitação. Quando você tem um sistema político onde o recurso público é usado para fins privados, você tem uma sociedade onde o que é público não merece respeito. Pode estragar, quebrar. Nossa sociedade não tem o costume de respeitar o que é público e elege governantes que também não respeitam. É um espelhamento.” 

Há alguns anos Roderto DaMatta chama a atenção em suas pesquisas para o comportamento do brasileiro que relativiza regras e abusa do “jeitinho” perante normas e leis. 


No seu livro mais recente, lançado pela editora Rocco, “Fé em Deus e pé na tábua – como e por que você enlouquece dirigindo no Brasil” (2010), DaMatta analisa como o brasileiro age perante as leis de trânsito, o respeito ao outro e em relação à própria segurança sobre duas rodas. 

DaMatta vê um status na desobediência, tanto no desrespeito às leis em geral quanto as regras do trânsito “Dentro de casa, cada um tem seu espaço na socialização brasileira. Fomos criados em ambientes que comportam hierarquias bem definidas: arrumadeira, passadeira, lavadeira. 
São os últimos ecos de escravidão e de clientelismo que permeiam a sociedade brasileira. Esse quadro cognitivo, emocional, está nas nossas cabeças. Quando você vai para o trânsito, você tem uma situação desagradabilíssima: obedecer no Brasil é um sintoma de inferioridade. É um aspecto que a pesquisa identificou. Quem obedece, quem segue lei no Brasil, é babaca, idiota”, disse o antropólogo em entrevista ao jornal Zero Hora. 




Levy Compartilha:

    <http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/instituto-millenium/2011/01/20/brasileiro-ainda-esta-em-processo-de-cidadania/>

domingo, 16 de janeiro de 2011

Mundo Ideal e UTOPIA





Sonho com um mundo possível, (utopia hoje) onde possamos coabitar com fraternidade, com verdadeira harmonia, talvez o Reino Angélico. 

Lá não serão necessários (ou pelo menos em quantitativos menores) policiais, delegados, fiscais, advogados, promotores, juízes e muitos profissionais que precisamos atualmente, (com todo o respeito aos mesmos) com o propósito de garantir a ordem e a lei. 

Estaremos suficientemente educados para prescindir de tais serviços, e estaremos mais dedicados aos serviços de Educação e Cultura, Saúde e Transporte, Produção de alimentos, bens e serviços e todos os trabalhos que agreguem qualidade ao bem estar coletivo. 

Teremos prazer em servir, o trabalho será uma fonte de prazer e alegria para todos. 

Em UTOPIA, os últimos serão os primeiros – sob a ótica da Cidadania a ética e a gentileza. 

O maior protegerá o menor , o mais forte protegerá o mais fraco. 

O mais letrado instruirá o aprendiz, tratará com carinho e respeito o seu irmão menor, o menos aquinhoado. 

De igual modo, a deferência e o respeito pelos instrutores, pelos anciões, pelas hierarquias, pelos ancestrais, e pelos lideres enfim. 

O principio da preferência será exercido plenamente, pois os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos. 

Os mais carentes terão maior atenção e prioridade (as crianças, as gestantes, os idosos, os debilitados ou deficientes). 

As pessoas se tratarão com respeito, atenção e carinho, assim como também aos animais e as plantas. 

O uso de qualquer veiculo de transporte terá que obrigatoriamente impor responsabilidade aos seus usuários e condutores, quanto ao bem comum, à segurança e bem estar dos demais, principalmente aos pedestres. 

Do mesmo modo, a autoridade será exercida com amor, compreensão e dedicação. 

O Mestre, o forte, o sadio, é o que mais serve, um dia ele será servido também, assim como já o foi quando criança. 

Estas não são novas regras, são as mesmas instruções do nosso amado Mestre Jesus, que ainda não conseguimos seguir, pelo que vemos exatamente o inverso aqui e agora: 

Quanto mais poder, a que nível for (econômico, cultural, político etc.) maior a nossa arrogância, o abuso e o descaso ou desrespeito, e a dos grupos sociais. 

Tudo e todos são medidos em valores amoedados, em cifras. 

Vivemos hoje pelo dinheiro e para o dinheiro. A ganância, a ambição está corroendo nossos valores transcendentais. 

Vivemos em luta constante, em disputa contra todos pelo dinheiro, dinheiro e poder. 

E quanto mais temos mais queremos, mais desejamos. 

Buscai primeiro o Reino de Deus e sua Justiça, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas”

Buscaremos o sentido da vida, no Servir, na arte ou oficio que escolhemos ou que nos foi designada, e o faremos com amor, e os frutos do trabalho serão repartidos com todos, e nada faltará a ninguém. 

Certamente lá encontraremos Madre Tereza de Calcutá, Ghandi, Jesus, Buda, São Francisco de Assis e muitos outros que vieram antes, para nos preparar. 

Apressemo-nos na pratica do que já nos tem sido freqüentemente ensinado, pois se aproxima o momento da prova, da avaliação do aprendizado. 

Namastê. 


Levy Compartilha.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Objetivo para COMPARTILHAR


Porque continuas pregando as virtudes e condenando os vícios?
Não vê que ninguém te escuta?
-“No principio eu escrevia para transformar as pessoas,
Se ainda hoje continuo escrevendo, é para evitar que as pessoas me transformem”.
(autor desconhecido)
Nossa meta para 2011:
Postar um ou dois artigos por semana, perfazendo um total máximo de oito postagens por mês, com foco e conteúdo relevante, para o objetivo da CIDADANIA, estimulando comportamentos éticos, visando a nossa evolução moral e espiritual (independente de dogmas religiosos).
Se for útil, permaneceremos, para fazer a diferença para melhor.
Não Para ser um numero, uma estatística, para ter uma lista de seguidores, uma aferição de freqüência; se não tiver utilidade, não atende o nosso objetivo.
Se não houver identificação de nicho para a nossa mensagem, não nos interessam outros ganhos, outros méritos (se existirem).
Queremos editar artigos, crônicas, textos enfim, frases, do que possa ser útil, que eleve e enobreça a criatura humana.
Queremos re-postar sempre que o artigo esteja alinhado com o perfil do nosso blog, com a nossa proposta.
Queremos oferecer sempre, coisas boas, coisas novas, ou escritas de forma nova, coisas relevantes dentro do contexto e objetivos do blog.
Precisamos saber de cada um que visite o nosso blog, ou que receba boletim por e-mail, alguma demonstração do seu grau de satisfação ou interesse, que nos motive (ou não) a continuidade.
Nesta expectativa, agradecemos antecipadamente a atenção de cada um que se dispuser a nos encaminhar seus comentários.
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Mudança de Paradigma Civilizatório

Toda mudança de paradigma civilizatório é precedido por uma revolução na cosmologia

Parte da visão de cosmos e vida conforme Leonardo Boff
Porque não nos sentimos parte da Terra a estamos destruindo e, junto, à nós mesmos. Crédito: mi9

Por Leonardo Boff 

O mundo atual surgiu com a extraordinária revolução que Copérnico e Galileo Galilei introduziram ao comprovarem que a Terra não era um centro estável mas que girava ao redor do sol.

Isso gerou enorme crise nas mentes e na Igreja, pois parecia que tudo perdia centralidade e valor. Entretanto, lentamente impôs-se a nova cosmologia que fundamentalmente perdura até hoje nas escolas, nos negócios e na leitura do curso geral das coisas.

Manteve-se, porém, o antropocentrismo, a idéia de que o ser humano continua sendo o centro de tudo e as coisas são destinadas ao seu bel-prazer.

Se a Terra não é estável –pensava-se – o universo, pelo menos, é estável. Seria como uma incomensurável bolha dentro da qual se moveriam os astros celestes e todas as demais coisas.

Eis que esta cosmologia começou a ser superada quando em 1924 um astrônomo amador Edwin Hubble comprovou que o universo não é estável. Constatou que todas as galáxias bem como todos os corpos celestes estão se afastando uns dos outros.

O cosmos, portanto, não é estacionário como ainda acreditava Einstein. Está se expandindo em todas as direções. Seu estado natural é a evolução e não a estabilidade.

Esta constatação sugere que tudo tenha começado a partir de um ponto extremamente denso de matéria e energia que, de repente, explodiu (Big-Bang) dando origem ao atual universo em expansão. Isso foi proposto em 1927 pelo padre belga, o astrônomo George Lemaitre, o que foi considerado esclarecedor por Einstein e assumido como teoria comum.

Em 1965, Arno Penzias e Robert Wilson demonstraram que, de todas as partes do cosmos, nos chega uma radiação mínima, três graus Kelvin, que seria o derradeiro eco da explosão inicial.

Analisando o espectro da luz das estrelas mais distantes, a comunidade científica concluiu que esta explosão teria ocorrido há 13,7 bilhões de anos. Eis a idade do universo e a nossa própria, pois um dia estávamos, virtualmente, todos juntos lá naquele ínfimo ponto flamejante.

Ao expandir-se ele se auto-organiza, se auto-cria e gera complexidades cada vez maiores e ordens cada vez mais altas. É convicção de notáveis dos cientistas que, alcançado certo grau de complexidade, em qualquer parte, a vida emerge como imperativo cósmico.

Assim também a consciência e a inteligência. Todos nós, nossa capacidade de amar e de inventar, não estamos fora da dinâmica geral do universo em cosmogênese. Somos partes deste imenso todo.

Uma energia de fundo insondável e sem margens – abismo alimentador de tudo - sustenta e perpassa todas as coisas ativando as energias fundamentais sem as quais "nada existe do que existe".

A partir desta nova cosmologia, nossa vida, a Terra e todos os seres, nossas instituições, a ciência, a técnica, a educação, as artes, as filosofias e as religiões devem ser resignificadas. Tudo e tudo são emergências deste universo em evolução, dependem de suas condições iniciais e devem ser compreendidas no interior deste cosmos vivo, inteligente, auto-organizativo e ascendente rumo à ordens ainda mais altas.

Esta revolução não provocou ainda uma crise semelhante a do século XVI, pois não penetrou suficientemente nas mentes da maioria da humanidade, nem da inteligência, muito menos nos empresários e nos governantes. Mas ela está presente no pensamento ecológico, sistêmico, holístico e em muitos educadores, fundando o paradigma da nova era, o ecozóico.

Por que é urgente que se incorpore esta revolução paradigmática? Porque é ela que nos fornecerá a base teórica necessária para resolvemos os atuais problemas do sistema-Terra em processo acelerado de degradação. Ela nos permite ver nossa interdependência e mutualidade com todos os seres.

Formamos junto com a Terra viva a grande comunidade cósmica e vital. Somos a expressão consciente do processo cósmico e responsáveis por esta porção dele, a Terra, sem a qual tudo o que estamos dizendo seria impossível.

Porque não nos sentimos parte da Terra, a estamos destruindo. O futuro do século XXI e de todas as Conferências das Partes (COPs) dependerá da assunção ou não desta nova cosmologia. Na verdade só ela poderá nos salvar.
 
Agradecimentos a: 
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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sábado, 25 de dezembro de 2010

Sobre os Salários



A revolta pelo aumento dos salários dos parlamentares é grande. Com a aprovação da proposta, os deputados e senadores terão, a partir de fevereiro, um aumento de 61,08%; 133,96% nos vencimentos do presidente e 148,63% nos vencimentos do vice-presidente e dos ministros de estado. A aprovação relâmpago, segundo estudiosos do tema, provocará um efeito cascata nos estados e municípios e produzirá um acréscimo na folha de salários na ordem de R$142 milhões ao ano.
Um dos argumentos utilizados é o direito constitucional de se igualar os salários dos parlamentares aos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Além disso, a atitude que deixa a sociedade, mais uma vez, indignada é de que desde 2007 os vencimentos da “casa” estavam em desacordo com a inflação acumulada, até então. Só resta esclarecer que a inflação do período até os dias atuais é de 19,9%.
...
Também cabe ressaltar que o aumento do salário mínimo é sempre a mesma ladainha e os percentuais praticados são sempre irrisórios, o que deixa os trabalhadores cada vez mais insatisfeitos com a situação de desespero em que vivem. Afinal, de contas, plano de saúde é artigo de luxo. As filas do INSS e dos postos de saúde abreviam a vida de qualquer um. Se não for pela própria doença que, muitas vezes, os afligem, será pelo stress na demora do atendimento.
Vale lembrar que manter os deputados custa aos cofres públicos aproximadamente R$99 mil e R$120 mil os vencimentos dos senadores. Em outras palavras, podemos considerar que o produto da arrecadação de tributos financia os vencimentos dos congressistas. Sendo assim, um aumento considerado da folha de salários provocará, obviamente, aumento do gasto público.
Baseada nessa linha de raciocínio, uma pergunta não quer calar: Qual será a medida adotada para arcar com mais essa despesa? Seria um ajuste fiscal que prevê, principalmente, aumento da carga tributária? Seria esse um grande pretexto para que a CPMF ressurja das cinzas?
Hoje, a única resposta que temos é de que o brasileiro continua sofrendo com falta de hospitais e um atendimento digno de quem contribui com sua cota para que o poder público cumpra com o seu papel.

Artigo de Sueli Angarita
http://www.imil.org.br/artigos/e-os-salarios-o/

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