Reativando o blog


Prezados leitores (as)

Estamos reativando o antigo blog, inativo a muitos anos.

Com este objetivo, toda contribuição para melhor atender nosso público, (conforme objetivos abaixo) será muito bem vinda.

Esperamos num curto espaço de tempo, atualizarmos as postagens e todo o conteúdo do blog.

Contando com a melhor interação possível, saudamos a todos, colocando nosso espaço para realização da nossa proposta.

Paz e Bem.



Cidadania e Ética

Princípios e Valores Morais

Espiritualidade.

Temos uma missão, um objetivo, que se inicia pelo seu interesse, pela sua atenção.

O convido para inscrever-se no Boletim informativo, permitindo o envio para o seu e-mail.

Na Blogosfera do Bem, ou no CIBERESPAÇO de Luz estaremos unidos para a construção

do novo paradigma Civilizacional para este terceiro milênio, na SOMA, AMOR+Luz.

Beijos de Luz no seu Coração e na Alma.

Paz Profunda.

Levy


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Nossa sociedade não respeita o que é público



O brasileiro tem dificuldade em respeitar leis e instituições.

Essa é a opinião dos especialistas do Instituto Millenium, o filósofo Roberto Romano e o antropólogo Roberto DaMatta. 


Romano acredita que o povo brasileiro ainda está aprendendo a viver em grandes sociedades urbanas e para DaMatta, a desobediência é uma herança da sociedade aristocrática e sinaliza status. 


Em entrevista ao jornal Zero Hora, Romano disse que o público espelha o privado e vice-versa: “Como em todas as relações sociais, há um movimento de imitação. Quando você tem um sistema político onde o recurso público é usado para fins privados, você tem uma sociedade onde o que é público não merece respeito. Pode estragar, quebrar. Nossa sociedade não tem o costume de respeitar o que é público e elege governantes que também não respeitam. É um espelhamento.” 

Há alguns anos Roderto DaMatta chama a atenção em suas pesquisas para o comportamento do brasileiro que relativiza regras e abusa do “jeitinho” perante normas e leis. 


No seu livro mais recente, lançado pela editora Rocco, “Fé em Deus e pé na tábua – como e por que você enlouquece dirigindo no Brasil” (2010), DaMatta analisa como o brasileiro age perante as leis de trânsito, o respeito ao outro e em relação à própria segurança sobre duas rodas. 

DaMatta vê um status na desobediência, tanto no desrespeito às leis em geral quanto as regras do trânsito “Dentro de casa, cada um tem seu espaço na socialização brasileira. Fomos criados em ambientes que comportam hierarquias bem definidas: arrumadeira, passadeira, lavadeira. 
São os últimos ecos de escravidão e de clientelismo que permeiam a sociedade brasileira. Esse quadro cognitivo, emocional, está nas nossas cabeças. Quando você vai para o trânsito, você tem uma situação desagradabilíssima: obedecer no Brasil é um sintoma de inferioridade. É um aspecto que a pesquisa identificou. Quem obedece, quem segue lei no Brasil, é babaca, idiota”, disse o antropólogo em entrevista ao jornal Zero Hora. 




Levy Compartilha:

    <http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/instituto-millenium/2011/01/20/brasileiro-ainda-esta-em-processo-de-cidadania/>

domingo, 16 de janeiro de 2011

Mundo Ideal e UTOPIA





Sonho com um mundo possível, (utopia hoje) onde possamos coabitar com fraternidade, com verdadeira harmonia, talvez o Reino Angélico. 

Lá não serão necessários (ou pelo menos em quantitativos menores) policiais, delegados, fiscais, advogados, promotores, juízes e muitos profissionais que precisamos atualmente, (com todo o respeito aos mesmos) com o propósito de garantir a ordem e a lei. 

Estaremos suficientemente educados para prescindir de tais serviços, e estaremos mais dedicados aos serviços de Educação e Cultura, Saúde e Transporte, Produção de alimentos, bens e serviços e todos os trabalhos que agreguem qualidade ao bem estar coletivo. 

Teremos prazer em servir, o trabalho será uma fonte de prazer e alegria para todos. 

Em UTOPIA, os últimos serão os primeiros – sob a ótica da Cidadania a ética e a gentileza. 

O maior protegerá o menor , o mais forte protegerá o mais fraco. 

O mais letrado instruirá o aprendiz, tratará com carinho e respeito o seu irmão menor, o menos aquinhoado. 

De igual modo, a deferência e o respeito pelos instrutores, pelos anciões, pelas hierarquias, pelos ancestrais, e pelos lideres enfim. 

O principio da preferência será exercido plenamente, pois os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos. 

Os mais carentes terão maior atenção e prioridade (as crianças, as gestantes, os idosos, os debilitados ou deficientes). 

As pessoas se tratarão com respeito, atenção e carinho, assim como também aos animais e as plantas. 

O uso de qualquer veiculo de transporte terá que obrigatoriamente impor responsabilidade aos seus usuários e condutores, quanto ao bem comum, à segurança e bem estar dos demais, principalmente aos pedestres. 

Do mesmo modo, a autoridade será exercida com amor, compreensão e dedicação. 

O Mestre, o forte, o sadio, é o que mais serve, um dia ele será servido também, assim como já o foi quando criança. 

Estas não são novas regras, são as mesmas instruções do nosso amado Mestre Jesus, que ainda não conseguimos seguir, pelo que vemos exatamente o inverso aqui e agora: 

Quanto mais poder, a que nível for (econômico, cultural, político etc.) maior a nossa arrogância, o abuso e o descaso ou desrespeito, e a dos grupos sociais. 

Tudo e todos são medidos em valores amoedados, em cifras. 

Vivemos hoje pelo dinheiro e para o dinheiro. A ganância, a ambição está corroendo nossos valores transcendentais. 

Vivemos em luta constante, em disputa contra todos pelo dinheiro, dinheiro e poder. 

E quanto mais temos mais queremos, mais desejamos. 

Buscai primeiro o Reino de Deus e sua Justiça, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas”

Buscaremos o sentido da vida, no Servir, na arte ou oficio que escolhemos ou que nos foi designada, e o faremos com amor, e os frutos do trabalho serão repartidos com todos, e nada faltará a ninguém. 

Certamente lá encontraremos Madre Tereza de Calcutá, Ghandi, Jesus, Buda, São Francisco de Assis e muitos outros que vieram antes, para nos preparar. 

Apressemo-nos na pratica do que já nos tem sido freqüentemente ensinado, pois se aproxima o momento da prova, da avaliação do aprendizado. 

Namastê. 


Levy Compartilha.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Objetivo para COMPARTILHAR


Porque continuas pregando as virtudes e condenando os vícios?
Não vê que ninguém te escuta?
-“No principio eu escrevia para transformar as pessoas,
Se ainda hoje continuo escrevendo, é para evitar que as pessoas me transformem”.
(autor desconhecido)
Nossa meta para 2011:
Postar um ou dois artigos por semana, perfazendo um total máximo de oito postagens por mês, com foco e conteúdo relevante, para o objetivo da CIDADANIA, estimulando comportamentos éticos, visando a nossa evolução moral e espiritual (independente de dogmas religiosos).
Se for útil, permaneceremos, para fazer a diferença para melhor.
Não Para ser um numero, uma estatística, para ter uma lista de seguidores, uma aferição de freqüência; se não tiver utilidade, não atende o nosso objetivo.
Se não houver identificação de nicho para a nossa mensagem, não nos interessam outros ganhos, outros méritos (se existirem).
Queremos editar artigos, crônicas, textos enfim, frases, do que possa ser útil, que eleve e enobreça a criatura humana.
Queremos re-postar sempre que o artigo esteja alinhado com o perfil do nosso blog, com a nossa proposta.
Queremos oferecer sempre, coisas boas, coisas novas, ou escritas de forma nova, coisas relevantes dentro do contexto e objetivos do blog.
Precisamos saber de cada um que visite o nosso blog, ou que receba boletim por e-mail, alguma demonstração do seu grau de satisfação ou interesse, que nos motive (ou não) a continuidade.
Nesta expectativa, agradecemos antecipadamente a atenção de cada um que se dispuser a nos encaminhar seus comentários.
Levy Compartilha

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Mudança de Paradigma Civilizatório

Toda mudança de paradigma civilizatório é precedido por uma revolução na cosmologia

Parte da visão de cosmos e vida conforme Leonardo Boff
Porque não nos sentimos parte da Terra a estamos destruindo e, junto, à nós mesmos. Crédito: mi9

Por Leonardo Boff 

O mundo atual surgiu com a extraordinária revolução que Copérnico e Galileo Galilei introduziram ao comprovarem que a Terra não era um centro estável mas que girava ao redor do sol.

Isso gerou enorme crise nas mentes e na Igreja, pois parecia que tudo perdia centralidade e valor. Entretanto, lentamente impôs-se a nova cosmologia que fundamentalmente perdura até hoje nas escolas, nos negócios e na leitura do curso geral das coisas.

Manteve-se, porém, o antropocentrismo, a idéia de que o ser humano continua sendo o centro de tudo e as coisas são destinadas ao seu bel-prazer.

Se a Terra não é estável –pensava-se – o universo, pelo menos, é estável. Seria como uma incomensurável bolha dentro da qual se moveriam os astros celestes e todas as demais coisas.

Eis que esta cosmologia começou a ser superada quando em 1924 um astrônomo amador Edwin Hubble comprovou que o universo não é estável. Constatou que todas as galáxias bem como todos os corpos celestes estão se afastando uns dos outros.

O cosmos, portanto, não é estacionário como ainda acreditava Einstein. Está se expandindo em todas as direções. Seu estado natural é a evolução e não a estabilidade.

Esta constatação sugere que tudo tenha começado a partir de um ponto extremamente denso de matéria e energia que, de repente, explodiu (Big-Bang) dando origem ao atual universo em expansão. Isso foi proposto em 1927 pelo padre belga, o astrônomo George Lemaitre, o que foi considerado esclarecedor por Einstein e assumido como teoria comum.

Em 1965, Arno Penzias e Robert Wilson demonstraram que, de todas as partes do cosmos, nos chega uma radiação mínima, três graus Kelvin, que seria o derradeiro eco da explosão inicial.

Analisando o espectro da luz das estrelas mais distantes, a comunidade científica concluiu que esta explosão teria ocorrido há 13,7 bilhões de anos. Eis a idade do universo e a nossa própria, pois um dia estávamos, virtualmente, todos juntos lá naquele ínfimo ponto flamejante.

Ao expandir-se ele se auto-organiza, se auto-cria e gera complexidades cada vez maiores e ordens cada vez mais altas. É convicção de notáveis dos cientistas que, alcançado certo grau de complexidade, em qualquer parte, a vida emerge como imperativo cósmico.

Assim também a consciência e a inteligência. Todos nós, nossa capacidade de amar e de inventar, não estamos fora da dinâmica geral do universo em cosmogênese. Somos partes deste imenso todo.

Uma energia de fundo insondável e sem margens – abismo alimentador de tudo - sustenta e perpassa todas as coisas ativando as energias fundamentais sem as quais "nada existe do que existe".

A partir desta nova cosmologia, nossa vida, a Terra e todos os seres, nossas instituições, a ciência, a técnica, a educação, as artes, as filosofias e as religiões devem ser resignificadas. Tudo e tudo são emergências deste universo em evolução, dependem de suas condições iniciais e devem ser compreendidas no interior deste cosmos vivo, inteligente, auto-organizativo e ascendente rumo à ordens ainda mais altas.

Esta revolução não provocou ainda uma crise semelhante a do século XVI, pois não penetrou suficientemente nas mentes da maioria da humanidade, nem da inteligência, muito menos nos empresários e nos governantes. Mas ela está presente no pensamento ecológico, sistêmico, holístico e em muitos educadores, fundando o paradigma da nova era, o ecozóico.

Por que é urgente que se incorpore esta revolução paradigmática? Porque é ela que nos fornecerá a base teórica necessária para resolvemos os atuais problemas do sistema-Terra em processo acelerado de degradação. Ela nos permite ver nossa interdependência e mutualidade com todos os seres.

Formamos junto com a Terra viva a grande comunidade cósmica e vital. Somos a expressão consciente do processo cósmico e responsáveis por esta porção dele, a Terra, sem a qual tudo o que estamos dizendo seria impossível.

Porque não nos sentimos parte da Terra, a estamos destruindo. O futuro do século XXI e de todas as Conferências das Partes (COPs) dependerá da assunção ou não desta nova cosmologia. Na verdade só ela poderá nos salvar.
 
Agradecimentos a: 
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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